História
A história da ocupação humana na freguesia de Alcafache remonta, pelo menos, à ocupação romana nos primeiros séculos depois de Cristo.
Vestígios do antigo caminho romano que subia da povoação do Banho para o lugar do Peso. O percurso pode ser feito a pé, com início frente à Capela de Nª Sª de Fátima, no Banho, e saída ao lado dos edifícios da Extensão de Saúde e da Junta de Freguesia, no lugar do Peso.
 
 
BREVES APONTAMENTOS HISTÓRICOS
 
por Pedro Pina Nóbrega
in “Uma Viagem por Terras de Alcafache”
Junta de Freguesia de Alcafache, 2007
 
 
 
 
A ocupação romana
 
A história da ocupação humana na freguesia de Alcafache remonta, pelo menos, à ocupação romana nos primeiros séculos depois de Cristo. Pelos vestígios arqueológicos encontrados, talvez se tenha localizado perto Casal Sandinho uma exploração agrícola. Terão sido factores de atracção para a fixação dos romanos a boa exposição solar, a fertilidade das terras e o facto de ser atravessada por uma via que ligava Viseu, capital da civitas(1), a outra via que provinha de Bobadela, actual concelho de Oliveira do Hospital, capital da civitas vizinha.
 
 A presença islâmica e reconquista do território
 
Se os primeiros quinhentos anos depois de Cristo foram marcados pela instalação dos romanos na Península Ibérica, a segunda metade do séc. l d.C. foi-o, por sua vez, pela conquista islâmica, que se iniciou em 711. Esta zona não foi imune à instabilidade, que se vivia em toda região de Viseu e Lamego, devido às sucessivas acções de reconquista quer por cristãos quer por islâmicos. Mas apenas o aparecimento de vestígios arqueológicos ou de algum documento poderá comprovar a efectiva presença deste povo por terras de Alcafache.
 
Entre 1055 e 1068, datas da conquista do castelo de Seia e de Coimbra, respectivamente, Fernando Magno fixa a linha de fronteira no Mondego. Começará agora o repovoamento de toda a região de Viseu pelos Cristãos, em cujo processo se enquadram as presúrias (2).
 
Em 1110 um presbítero de nome Mendo deixa em testamento as igrejas de Santar e de Moreira e a presúria de Alcafache à Sé de Coimbra (3). Com o aumento da população e respectiva fixação, as paróquias cristãs voltam a nascer. As transacções de terras tornar-se-ão cada vez mais comuns, até que o próprio Rei deixa de ter controlo sobre quem efectivamente tem direitos sobre elas e os padroados das igrejas e quem lhe deveria pagar foros e outros impostos.
 
Para combater estes abusos os reis mandaram proceder a inquirições que serviram para os auxiliar, mediante o conhecimento pormenorizado dos direitos de propriedades e das rendas devidas, a estabelecer com firmeza a sua autoridade, impedindo abusos.
 
Em 1258, data em que D. Afonso III ordenou a elaboração de Inquirições (4), a freguesia de Alcafache era a mais populosa do actual concelho de Mangualde com cerca de 75 fogos habitados por 375 habitantes (5).
Nestas Inquirições são apenas referidas as aldeias de Casal Mendo e Tibaldinho. Na cavalaria de Casal Mendo tinha a Igreja de Alcafache um herdade foreira ao Rei que comprou, no reinado de D. Sancho II, a Donno Alfonso de Rybeiro, e dava dela colecta (6). No território de Alcafache tinham ainda propriedades a Igreja de Fornos de Maceira Dão, o Mosteiro de Maceira Dão e Diago Martini. Para a Igreja de Fornos tinha Laurencius Martini, que era o pároco em 1258, comprado, já no reinado de D. Afonso III, a Martino Rybeiro, de Alcafache, pelo foro e uso (7) de Zurara, e por isso não pagava nenhum foro nem dava colecta. O Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão comprou no ano de 1227 umas herdades foreiras ao Rei, em Alcafache, a Martinus Pelagii, Duram Johannis, Gunsalvus Petri, Pelagius Michaelis, Stephanus Michaelis e Donnus Garsea, todos de Alcafache. Por fim, tinha Diago Martini, cavaleiro, uma herdade foreira ao Rei da Cavalaria de Suierio Pelagii, que lhe havia sido dada por Dominicus Suariz, já no reinado de D. Afonso III.
 
Nesta data a paróquia já existia, sendo a sua igreja apresentada pelos paroquianos, que sempre a tinham apresentado.
 
No tempo de D. Dinis foram efectuadas novas Inquirições, as últimas que se conhecem. Nesta data já surgem propriedades da Ordem do Hospital, que aqui tinha herdamentos, onde entrava o seu mordomo para recolher a voz e o homezio (8) e o seu juiz para aplicar a justiça, assim como o mordomo do rei para recolher a coima. Para além da Ordem do Hospital, tinha aqui dois casais o clérigo Lourenço Martins, que pagava a voz, coima e o homezio e os trazia por honra (9). Como não entrava aqui o mordomo do Rei, os inquiridores mandaram que este aí entrasse para recolher os direitos do Rei.
 
 
Foral manuelino de Alcafache. Pode consultar o documento em grafia moderna na nossa Biblioteca . O documento original encontra-se na Torre do Tombo, em Lisboa, no Livro de Forais Novos da Beira, fl. 111 e fl. 111v.
 
 

O foral de D. Manuel l à Ordem do Hospital

Em 1514 a Ordem de S. João do Hospital (10), recebe foral dado por D. Manuel l a 6 de Maio pela posse de Alcafache. Na transcrição que consta do Livro de Forais Novos da Beira (11) a introdução do foral é resumida e por isso não aparece qualquer referência ao foral dado por D. Sancho l. Esta referência aparece no denominado "Livro dos Forais, Doações, Privilégios e Inquirições da Ordem de Malta” (12). No entanto tal não deve ter acontecido, pois nas Inquirições de 1258 é referida uma compra no reinado de D. Afonso III pelo uso e foro de Zurara. Por outro lado, os inquiridores perguntaram pelos forais de Zurara e de Tavares, porque não o fariam em relação ao de Alcafache, se ele existisse? Assim como, também, não são referidas propriedades da Ordem do Hospital, que à data já tinha propriedades em Darei, Canedo, Roda, Lavandeira, Passos e em Lobelhe do Mato (cf. Nóbrega, 2002, pp. 54-5).

Atendendo a estes dados, somos da opinião que a atribuição de um foral ou carta de foro à Ordem do Hospital pela posse de Alcafache aconteceu depois de 1258.

O Foral dado por D. Manuel é um rol dos foros pagos à Ordem de S. João do Hospital que tinha propriedades em Alcafache e Aldeia de Carvalho (quintas, vinhas e herdades), e o direito sobre o gado de vento (13).

As pessoas que traziam as quintas de Alcafache pagavam à Ordem "certas medidas de trigo pela medida velha de Folgosinho" (14) e capões como costumavam pagar até àquela data. Enquanto as pessoas que traziam as vinhas e herdades em Aldeia de Carvalho pagavam um oitavo de pão, vinho e linho e de todas as coisas que semeavam e colhiam, assim como das oliveiras. Os direitos da Ordem eram recolhidos pelo seu mordomo que tinha liberdade para entrar no concelho para esse fim.

Não sabemos até quando existiu o concelho de Alcafache, mas já em 1527, no Cadastro da População do Reino, não surge o concelho de Alcafache, apesar de em 1645 ainda ser uma comenda (15) da Ordem de Avis (16). Não temos muitos dados sobre os comendadores que detiveram esta comenda. Apenas sabemos que André do Amaral foi comendador de Alcafache nos séculos XV-XVI. André do Amaral deteve várias comendas como Ansemil, Vera Cruz, Vila Cova à Coelheira, São João de Alporão, Chavão e Torres Vedras (cf, Costa, 2000).

 

Esta é a pedra onde está gravado o marco de propriedade da Ordem de Malta

 

O marco da Ordem de Malta está inscrustado neste muro, na Quinta da Redonda.

 

O primeiro censo populacional conhecido

Como já referimos, em 1527 Alcafache aparece já incluído no concelho de Zurara. Tal ocorre no Cadastro da População do Reino, elaborado nesta data (cf. João Tello de Magalhães Collaço,1934, in Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa).

O panorama populacional da freguesia de Alcafache era o seguinte:

Aldeia Moradores (17)
Tibaldinho
48
Mosteirinho 13
Aldeia de Carvalho 34
Casal Mendo 12
Casal Sandinho 25
Total 132

 

A acção da Inquisição

Os séculos XVI, XVII e XVIII foram fortemente marcados pela acção da Inquisição. Também na freguesia de Alcafache se fez sentir a acção do Santo Ofício, mas apenas um caso chegou à fase final de julgamento. Foi o de Catarina João (18) natural e moradora em Tibaldinho, 60 anos, solteira, filha de Simão Rodrigues, lavrador, e de Ana Rodrigues. Acusada pelo tribunal de Coimbra em 02 de Janeiro de 1700 de fingir ter visões e manter contacto com as almas dos mortos. A 27 de Janeiro de 1702 foi condenada a 3 anos de degredo em Castro Marim, a ter a sentença publicada na Igreja Matriz, na missa da terça. No mesmo dia foi a auto-de-fé. Em 12 de Agosto de 1702 foi comutado o degredo para Coimbra.

As primeiras descrições da freguesia

Cerca de dois séculos depois do primeiro censo surge a primeira descrição da freguesia.

Foi no século XVIII que o Pe. Luiz Cardoso levou a cabo, com o apoio régio e da Real Academia da História, a elaboração de um Dicionário Geográfico. Para tal enviou inquéritos a todos os párocos por volta de 1720 com um extenso questionário sobre as povoações, rios e serras. Infelizmente quase todos estes inquéritos do actual concelho de Mangualde se perderam, mas o referido sacerdote publicou três volumes correspondentes às três primeiras letras do alfabeto. Assim, possuímos hoje a descrição que o autor faz de Alcafache no primeiro volume do seu Dicionário Geográfico (Cardoso, 1757).

Em 1758 o mesmo sacerdote volta a iniciar a elaboração de um novo Dicionário, tendo enviado de novo o inquérito aos párocos de todo o país. Apesar de não ter chegado a editar o referido Dicionário estas respostas encontram-se hoje na Torre do Tombo compiladas no fundo chamado Dicionário Geográfico, mais conhecido por Memórias Paroquiais.

(Mais informação em Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas, de José Manuel Azevedo e Silva)

Existem algumas diferenças entre o relato do Pe. Luiz Cardoso, com base na Memória do Pároco de 1721, e a Memória do Pároco de 1758.

Assim em 1721, existia na Igreja Paroquial, mais um altar na capela-mor dedicado a St.° António, e um dos colaterais era dedicado ao Menino Jesus em vez de ser a S. Sebastião (19). A apresentação era do Bispo de Viseu. É referida a Albergaria da Ponte instituída pelo Cónego da Sé de Viseu, sendo seu administrador Miguel Paes do Amaral, do Canedo.

(Mais informação em A velha albergaria da ponte de Alcafache, de Alexandre Alves)

Por sua vez, em 1758 pertencia ao concelho de Azurara e estava sujeita ao seu Juiz de Fora. A apresentação da abadia estava a ser disada pela Diocese e pela Coroa.

O abade encomendado refere que a freguesia era composta pelos lugares de Tibaldinho, Mosteirinho, Casal Sandinho, Casal Mendo e Aldeia de Carvalho, que ao todo tinham 191 fogos, 518 pessoas de Sacramento (20) e 78 menores.

Cada povo da freguesia tinha a sua capela: Tibaldinho a de S. Lourenço; Mosteirinho a de S. Miguel; Casal Sandinho a de N.a Sr.a das Boas Novas, onde existia também uma imagem de N.a Sr.a da Piedade; Casal Mendo a de S. Frutuoso e Aldeia de Carvalho a de St.a Cruz, em cujo altar estavam, igualmente, as imagens do Santo Cristo e de N.a Sr.a das Dores e tinha festa no dia 3 de Maio.

A capela de S. Miguel, em Mosteirinho, foi recentemente destruída estando as suas imagens à guarda de um particular, esperando-se a sua reconstrução no mesmo local.

A capela de Casal Sandinho tem hoje como orago N.a Sr.a da Piedade que ocupa o lugar principal no altar, estando a N.a Sr.a das Boas Novas num nicho lateral.

Existiam ainda as seguintes capelas particulares: de St.° Amaro na Igreja Paroquial; de N.a Sr.a dos Remédios em Tibaldinho; de St.a Eufemia no mesmo povo.

Na capela de N.a Sr.a dos Prazeres, no limite de Aldeia de Carvalho, estava erecta uma Irmandade com 250 irmãos que faziam a respectiva festa na dominica in albis (21).

Existia em abundância centeio, milho, vinho e azeite.

No rio Dão criavam-se barbos, bogas e algumas enguias. Tinha uma ponte de cantaria com três olhais e junto dela, mas do lado de Lourosa, umas caldas muito frequentadas por enfermos.

A passagem dos franceses

Não encontramos nas crónicas da época relatos sobre a passagem dos franceses, a quando da 3a invasão francesa em 1811, por Alcafache. Temos alguns relatos para outras zonas do concelho. No entanto, num dos livros de registo de óbitos da Paróquia de Alcafache (22)  registaram-se três indivíduos mortos pelos invasores. A 19 de Setembro é morto, junto da Qt.a do Pinheiro, José Lourenço, viúvo, morador em Casal Sandinho. No dia 20 foram mortos, em Casal Sandinho, Francisco Figueiredo, casado, e António Francisco Barbeiro, viúvo, ambos residentes nesta mesma terra.
 
No dia 21 morreu Joaquina, solteira, que foi a sepultar na Capela de N.a Sr.a dos Prazeres, foi a última pessoa a ser sepultada neste templo até à construção do cemitério paroquial.

Poderão ter morrido mais três pessoas, pois neste livro de registo encontram-se nas margens registos de três indivíduos cuja causa da morte não nos foi legível.

Para além de terem assassinado estas pessoas, os franceses devem ter feito estragos na Igreja, pois no dia 11 de Outubro foi Manuel da Cunha sepultado sem sacramentos por os franceses terem levado e estragado a extrema-unção.

A renda de Alcafache da Universidade de Coimbra 23

Com a reforma da Universidade de Coimbra foi unida e incorporada pelo Cardeal Cunha a Igreja Paroquial de Alcafache com todos os seus direitos. Esta decisão foi comunicada pelo Marquês de Pombal ao Bispo Refomador e Reitor da Universidade por carta de 24 de Fevereiro de 1776, mandando-o tomar posse da referida igreja. (24)

A renda era constituída pela Capela-mor e Sacristia da Igreja Paroquial e por bens a ela agregados. Era arrematada por um determinado período de tempo.

Em 1805 foi dada ordem para se comprarem umas casas que pertenciam ao Deão da Sé de Viseu e se fazerem as obras necessárias para servirem de celeiro, pois o antigo celeiro encontrava-se num estado deplorável. Estas casas ficavam em Casal Mendo e eram "as primeiras ou segundas que se encontram pela estrada do Sul, estão encorporadas de maneira que fazem rua unida, e tem vizinhos immediatos, e fronteiros, de sorte que por falta de vezinhos não ficará o celeiro a insulto, e neste ponto de vista he a residência parochial tanto mays deserta, quanto vai d'hum vizinho, para 35, que tantos tem o lug de Casal Mendo.”

Num inquérito mandado fazer pela Universidade de Coimbra em 1822 (26) o vigário diz que esta renda compreendia apenas a freguesia e consistia somente em dízimos, sendo dois terços para a Universidade de Coimbra e um terço para o Cabido da Sé de Viseu. Estes dízimos recaiam sobre os mais diversos produtos, como milho, centeio, feijão, vinho, linho, lã, cordeiros, castanhas e azeite. Queixava-se o vigário de que parte dos dízimos perdiam-se para as freguesias de Fornos de Maceira Dão e Lobelhe do Mato, pois as terras eram cultivadas por habitantes destas freguesias que ali pagam os respectivos tributos.

 

Pedro Pina Nóbrega

 

NOTAS

  1. Grosso modo esta circunscrição equivalia aos nossos actuais distritos.
  2. Apropriações de terrenos sem dono.
  3. Conserva-se na Torre do Tombo. Ver DOAÇÃO DA PRESÚRIA DE ALCAFACHE
  4. Ver INQUIRIÇÃO MANDADA EFECTUAR POR D. AFONSO III, RESPEITANTE A ALCAFACHE
  5. Informação do Dr. João Manuel Ferreira Fonseca, que prepara actualmente a sua dissertação de mestrado em História da Idade Média sobre a região do Alto Dão.
  6. Antigo sistema de cobrança de impostos pelo qual os reis tornavam responsáveis do respectivo recebimento certos indivíduos, que não eram remunerados por isso.
  7. Segundo o direito local do concelho de Zurara, descrito no respectivo foral ou em qualquer outro documento.
  8. Impostos criminais
  9. Terra privilegiada e imune por pertencer a um nobre.
  10. Mais tarde denominada Ordem de Malta e depois Ordem de Avis.
  11. I.A.N./T.T., Livro de Forais Novos da Beira, f. 111 e 111v
  12. I.A.N./T.T., Ordem de Malta (Ex-AHMF), Liv. 509.
  13. Gado que pastava sem dono.
  14. Quatro medidas correspondiam a um alqueire da medida corrente da época, como refere o próprio foral.
  15. Benefício concedido, com renda anexa, a eclesiásticos ou a cavaleiros de ordens militares.
  16. B.A. - Relação de todas as comendas das obras de Chrísto, Santiago, e Avis, no Reino de Portugal e Conquistas, 49-IV-31
  17. Este termo não equivale a pessoas mas sim a fogos habitados.
  18. I.A.N./T.T. - Inquisição de Coimbra, Processo 1651
  19. Deve ser erro do autor, pois em 1675 este altar já era dedicado ao Mártir. Veja-se o texto sobre a Igreja Paroquial
  20. Pessoas maiores de idade
  21. Também conhecida por Domingo de Pascoela. Trata-se do 2° Domingo de Páscoa, ou seja o Domingo seguinte à Páscoa.
  22. A.D.V. - Paroquial, Mangualde, Cx.12B, n.° 15, ff. 33v-34
  23. No Arquivo da Universidade de Coimbra existem três caixas (Est.6, tab.3, n.° 27, 28, 29) com diversos documentos referentes à Renda de Alcafache e às obras de construção da nova igreja. Dado o âmbito deste trabalho e a desorganização total destes documentos, não podemos proceder a um estudo sistemático dos mesmos.
  24. AUC - Nova fundação e reforma da Universidade 1774, 75, 76, V-1aD-3-2-8, f. 182.
  25. Informação dada a 17 de Dezembro de 1804 por Joaquim José de Oliveira, de Santar, a Marçal da Costa Bernardes, Universidade de Coimbra. Cf. A.U.C. - Colégio das Artes, Est.6, tab. 3, n.° 28, doc. avulso.
  26. A.U.C. - Colégio das Artes, Est. 6, n.° 27, doc. avulso
 

Abreviaturas

I.A.N. /T.T. = Instituto dos Arquivos Nacionais, Torre do Tombo)

B.A. = Biblioteca da Ajuda

A.D.V. = Arquivo Distrital de Viseu

A.U.C. = Arquivo da Universidade de Coimbra